sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Adeus ao sol



Esperança, o olhar de uma criança, um amanha infinitamente cheio de sorrisos e esmeros, outro lado, consciência limpa. Olho para as montanhas e vejo o entardecer, belo sol, não mais alpino, sua vez de aparecer na grande terra chega ao fim.

Minha Autoria

Bela Arte



 Cheiro de obras, cheiro de humanidade, me lembrou a escuridão, imensidão, envolventes ossos interligados entre si, velas de um barco, nos faz refletir, expectativas reflexivas, um olhar que expressa expressão, arquitetado periodicamente, um olhar do passado, pensado, um dejá vu do futuro, urbanismo, cotidiano, disse alguém, ordem, alienação, espelhos, abelha, colmeia, matemática perfeita, utopia, imperfeita, pernas de aranha, lâmpadas para a escuridão, sonhos de várias janelas. 
 Superação, alcançar o inatingível aparentemente distante. 
*" Só morre aquele que não viveu", sangue, vida, calmaria, um olhar profundo, semblantes marcantes um presente eterno, o hoje, uma vida vivida bravamente, espelha fazer igual, espelhar, recriar, viver.

Minha autoria 
(Visita dos alunos de Ciências Exatas da Universidade UFPR, coordenada pelo nosso professor Ernest Jacob, ao museu Oscar Niemeyer)

*Frida Kahlo.

domingo, 2 de novembro de 2014

Viver!



Viver, aprender, simplicidade, cumplicidade, realidade, teoria diferente de prática.
Fagulhas espalhadas, uma agulha no palheiro, um despertar. É importante sonhar, criar, esperar talvez um toque, ou um choque, aprender por amor, ou pela dor. Diálogos simples que enfatizam os detalhes de um porvir, sem confusão, um amanha de esperanças, coloco na balança, desejo profundo, amor a vida.

Minha autoria

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Começa o frio



O sol esta se pondo, meu único raio de esperança é esperar atentamente o início do fim, hoje talvez um pouco mais gélido que nos dias anteriores, você é meu mar de ilusão, é o coração que define meu sentimento, um certo calafrio por dentro, tenho medo, medo de desaparecer, sumir entre as nuvens chuvosas de seu pensamento, tempestade num copo d' agua.

sábado, 17 de maio de 2014

Manguezal


Queria eu viajar no rio da imaginação, navegar por aguas desconhecidas e atraentes, em uma brisa suave com sussurros do entardecer.
Escutar a mente, seguir a correnteza, dar ouvidos ao coração, prestar atenção aos detalhes.
No silencio da emoção cada movimento, cada som, sendo internalizados, absorvidos e observados, ganham vida dentro de nós e começam a parecer mais nitidamente ao meu redor.
O barco em minha mente veleja em direção ao sol, a correnteza da imaginação, antes calma agora sinuosa e ligeiramente rápida me levam em direção ao mar aberto de novas emoções e conhecimentos a serem imaginados e descobertos.

Minha autoria

terça-feira, 13 de maio de 2014

Impulsos excepcionais



Quero experimentar meus sentidos e emoções, quero tirar um dia para olhar as
estrelas, poder passar por um caminho, não para apenas dizer que já estive ali mas para
aprender. O ideal seria poder tirar conclusões de situações sem passar por elas.
Um mundo ideal de realidade zero, um despertar de aconchego, doce e leve vontade,
impulsos excepcionais de criatividade.

Horizonte azul



Posso ver no azul do horizonte, pequenas ilhas, uma linha imaginaria de navios indo em sua direção, simplesmente terra ao mar aberto.
Posso ver as ondas cada vez mais agitadas, gaivotas rodeando e voando em círculos
a alturas mínimas no mar aberto.
Agora sol de meio dia, encaro como minha sina, debaixo de meus olhos, maré alta,
sinto sua falta.
Deitada na areia sinto a brisa e o abraçar macio do mar, cantarolo alto, tão alto, tão alto que desconfio uma ligeira dor de garganta.