quarta-feira, 23 de março de 2011

segunda-feira, 21 de março de 2011

A luz do luar

                     

               A luz do luar

Sobre a luz do luar
Começo a me lembrar
De seu sorriso, do brilho inocente de seu olhar
A cada segundo sem cessar
Cada noite de lua cheia
Em ti sempre fico a pensar
Fico só encantando-me.

Com o brilho do luar
E sempre em ti começo a pensar
Sinto-me só, como se eu não fosse nada.
Como se eu não existisse.
Então começo a chorar
Querendo sair desta tristeza
Desse momento de fraqueza
Até em que em minha mente
Começa a se projetar
Imagens suas, sem parar.

Hoje percebo que sozinho não estou
Pois tenho a ti e ao teu lado quero estar
Ao seu lado sei que estou a salvo
Fico imaginando-me junto a ti
Pairando sobre a luz doce e serena do luar
Nos dois juntos a admirar
A linda luz do luar.

Fico imaginando-me dizendo a ti
O quanto é bom contigo estar
Imagino suas mãos envolvendo o meu corpo
No simples gesto de abraçar
Numa noite calma e enevoada
Estávamos nós abraçados
Não quero mais em nada pensar
Quero apenas sentir aquele momento
Sentir nossos corpos se aquecendo
E ao horizonte a linda lua cheia
Estava lá a brilhar.

Seria um momento que guardaria eternamente,
Na lembrança de nossos suspiros
Na lembrança do seu abraço
Deixa-me viver sempre ao seu lado
Sei que são somente imagens
 Imagens que na minha mente
Começara a se projetar
O que eu não daria para
Ser verdade
Mais me contento com sua amizade
Hoje sobre a luz clara e cintilante
Do luar, confesso a lua o
Quanto é bom te amar
Espero que algum dia nós possamos
Juntos estar.

Só quero ao teu lado ficar
Pois sem ti eu não irei ficar
Despeço-me da lua que me acolheu
Seu brilho esta se ofuscando
Na densa neblina que surgiu
Hoje meus sentimentos mais puros e meus desejos ocultos
Foram liberados apenas
Admirando a luz do luar...

Autor: Marcos ribeiro.
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quinta-feira, 17 de março de 2011

Pessoas

"Um grande erro que uma pessoa ingrata comete é esquecer que um dia poderá precisar de você novamente."

quarta-feira, 16 de março de 2011

Sinceramente


 Os nossos maiores problemas não estão nos obstáculos do caminho, mas na escolha da direção errada.

quarta-feira, 2 de março de 2011

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Óh Lua querida

Óh  LUA querida

Bela lua,
Porque se escondes, em meio as nuvens?
Mostra tua brilhante cor;
Você me inspira, como uma música inpira o cantor;
Como um poeta, realista, romantista, inspira dor, amor;
Aparece para que possa aprecia-lá,
em meio as arvores, em meio as estrelas;
Sua graciosa forma, dança no céu,
conforme ando,
torna-se ainda mais bela.
Até aqui, já não a vejo, mais
sei que ela está lá, simples e bela
completando o imenso céu.

P.S: Inspiração do dia 17/02/2011,
Pré dia de Lua cheia...

Poema.


COMO EU TE AMO!
  
Como se ama o silêncio, a luz, o aroma,
O orvalho numa flor, nos céus a estrela,
No largo mar a sombra de uma vela,
Que lá na extrema do horizonte assoma;
Como se ama o clarão da branca lua,
Da noite na mudez os sons da flauta,
As canções saudosíssimas do nauta,
Quando em mole vaivém a nau flutua;

Como se ama das aves o gemido,
Da noite as sombras e do dia as cores,
Um céu com luzes, um jardim com flores,
Um canto quase em lágrimas sumido;
Como se ama o crepúsculo da aurora,
A mansa viração que o bosque ondeia,
O sussurro da fonte que serpeia,
Uma imagem risonha e sedutora;

Assim eu te amo, assim; mais do que podem
Dizer-te os lábios meus, -- mais do que vale
Cantar a voz do trovador cansada:
O que é belo, o que é justo, santo e grande
Amo em ti.-- Por tudo quanto eu sofro,
Por quanto já sofri, por quanto ainda
Me resta sofrer, por tudo que te amo.
O que espero, cobiço, almejo, ou temo
De ti, só de ti pende: oh! nunca saberás
Com quanto amor eu te amo, e de que fonte
Tão terna, quanto amarga o vou nutrindo!
Esta oculta paixão, que mal suspeitas,
Que não vês, não supões, nem eu te revelo,
Só pode no silêncio achar consolo,
Na dor aumento, intérprete nas lágrimas.

(Gonçalves Dias)


P.S: Li na escola hoje,
é sobre o período do Romantismo no Brasil.
Dedicado a minha professora de português,
Renata de O. B. Matos.